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Conheça as Patologias mais Frequentes:

Estima-se que cerca de 1 milhão de brasileiros tem algum tipo de glaucoma e que cerca de 50% deles não tem conhecimento da doença. Embora não possa ser curado, o glaucoma pode ser controlado na maioria dos casos e se for precocemente diagnosticado e tratado, raramente, leva à cegueira.
O olho é alimentado por um fluido que circula no seu interior, chamado humor aquoso. Esse fluido é constantemente produzido e retoma à corrente sanguínea através do canal de drenagem dos olhos chamado malha trabecular. No glaucoma do tipo ângulo aberto a ocorrência de um problema com o canal de drenagem faz que o humor aquoso não seja drenado adequadamente e a pressão no interior do olho se eleve. A pressão elevada no interior do olho pode danificar o sensível nervo óptico que envia as imagens ao cérebro causando uma perda irreversível da visão.
No estágio inicial do glaucoma de ângulo aberto a pessoa não apresenta nenhum sintoma. As alterações são muito pequenas e não afetam a visão central. Entretanto, com o passar do tempo o glaucoma de ângulo aberto ocasiona perda da visão periférica (áreas superior, inferior e laterais da visão).

 

Tratamentos

O objetivo do tratamento é reduzir a pressão interna do olho. Existem três tipos básicos de tratamento para controle do glaucoma: medicamentos, cirurgia a laser e cirurgia por filtragem.

Os medicamentos destinam-se a diminuir a produção do humor aquoso ou a melhorar seu fluxo através do canal de drenagem. O oftalmologista tentará encontrar um medicamento que controle a pressão do olho, com um mínimo de efeitos colaterais. A medicação não pode ser interrompida sem autorização do oftalmologista. Os médicos de outras especialidades precisam ser avisados do uso do medicamento por ocasião da consulta.


Glaucoma de
ângulo aberto

Glaucoma de
ângulo fechado

 

A cirurgia a laser é realizada com colírio anestésico. O laser do aparelho chamado Argônio ou do YAG Laser age sobre a malha trabecular proporcionando uma melhor capacidade de drenagem. A cirurgia a laser bem sucedida pode reduzir a necessidade de medicações diárias.

Quando os medicamentos e a cirurgia a laser não são suficientes para controlar o glaucoma, o oftalmologista poderá executar uma cirurgia destinada a criar um novo canal que permitirá a drenagem adequada do humor aquoso.

Grupos de risco

A probabilidade de ocorrência do glaucoma é maior se a pessoa tiver algum familiar com a doença, se for diabética, se for de descendência negra, se tiver miopia muito alta ou mais de 31 anos de idade. Todas as pessoas que apresentam maior risco e as que tiverem mais de 60 anos devem se submeter a um exame anual de prevenção do glaucoma.

Essa doença causa uma alteração importante no fundo de olho (retina), causando baixa da visão. A Degeneração Macular Senil acomete pacientes idosos em torno de 65 anos, com perda progressiva de visão.


Embora existam diversos tratamentos sob pesquisa, ainda não há um meio eficaz para reverter ou deter a degeneração macular do tipo atrófica ou seca. Já a degeneração macular exsudativa ou úmida pode, em alguns casos, ser tratada a laser evitando-se a progressão da doença.


Mas, para a modalidade exsudativa da degeneração macular, a boa nova é a terapia fotodinâmica que associa um medicamento especialmente desenvolvido com os raios de um novo tipo de laser.

O diabetes é uma doença em que o organismo não é capaz de armazenar e usar o açúcar adequadamente. Algumas características do diabetes são: sede, urina excessiva, elevados níveis de açúcar no sangue e alterações dos vasos sanguíneos (pequenas veias e artérias), especialmente nos rins, cérebro, extremidades do corpo humano e nos olhos. Podendo, neste último caso, causar glaucoma, catarata e retinopatia diabética.

Visão normal

 

Diagnóstico

Uma vez que na fase inicial da doença não há sintomas como dor, olhos avermelhados ou secreção, a moléstia pode passar desapercebida a não ser que seja detectada em uma consulta. Assim, para proteger-se da retinopatia diabética, todo diabético deve realizar uma consulta oftalmológica completa pelo menos uma vez por ano, de preferência com um oftalmologista especializado em problemas de retina.
A consulta é indolor e dura cerca de 30 minutos. O oftalmologista irá dilatar a pupila com gotas de colírio e usará um oftalmoscópio para examinar o fundo do olho. Se notar indícios de retinopatia diabética, ele poderá realizar uma angiofluoresceinografia, um exame em que um produto injetado em uma das veias do braço do paciente chega rapidamente aos olhos, possibilitando a identificação de vasos sanguíneos anormais na retina e a realização de fotografias que ajudarão a programar o tratamento.

Visão com retinopatia

Visão normal

 

Tratamento

Geralmente, na fase inicial da doença há apenas necessidade de consultas oftalmológicas regulares e, também, de controlar o açúcar no sangue, o colesterol e a pressão arterial. Mas, se houver risco de redução ou perda da visão, o oftalmologista iniciará o tratamento para evitar danos adicionais e, se possível, melhorar a visão. Se, por exemplo, o vazamento de soro e sangue afetar a mácula, será realizado um tratamento com o laser argônio para selar e fortalecer os vasos que se romperam. Esse tratamento não interrompe a fase inicial da retinopatia, mas reduz a perda adicional da visão e evita novos vazamentos de soro e/ou sangue.
O laser é também usado no tratamento da retinopatia diabética avançada para reduzir o crescimento de vasos sanguíneos anormais. Entretanto, se nessa fase da doença ocorre uma hemorragia significativa e/ou descolamento de retina, o oftalmologista poderá recomendar a realização de uma cirurgia denominada vitrectomia. Em alguns casos pode haver, ainda, necessidade de uma cirurgia de descolamento de retina, em conjunto com a vitrectomia.

Retinopatia não proliferativa

Retinopatia proliferativa
pode causar o descolamento
de retina

Tratamento a laser

 

O melhor remédio é previnir

A ocorrência da retinopatia diabética não pode ser evitada. Mas, com os métodos de diagnose e tratamento hoje existentes apenas uma pequena porcentagem dos diabéticos sob tratamento permanente chega a apresentar sérios problemas de visão. Se você tem diabetes submeta-se a consultas periódicas, conforme recomendação do oftalmologista. Mantenha níveis adequados de açúcar no sangue, não fume e acompanhe o colesterol e a pressão sanguínea. O diagnóstico e o tratamento preventivo, aliados ao cumprimento da medição e da dieta, são fundamentais para retardar a evolução da doença.

Muitas pessoas vêem pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos. São as chamadas moscas volantes, percebidas mais facilmente durante a leitura e quando olhamos fixamente para o céu ou para uma parede vazia. Ao movermos os olhos as moscas volantes parecem mover-se rapidamente e, então, movimentam-se lentamente quando paramos de movimentá-los. A denominação moscas volantes vem do latim, pois há mais de dois mil anos, na Roma antiga, as pessoas já usavam a expressão "muscae volitantes" para descrever esse problema oftalmológico. Qual a Causa das Moscas Volantes? Com o processo natural de envelhecimento, o vítreo - o fluído gelatinoso que preenche o globo ocular - contrai-se, podendo separar-se da retina em alguns pontos, sem que isto cause obrigatoriamente danos à visão.

As moscas volantes são minúsculos torrões condensados do vítreo, tecnicamente chamados grumos, formados quando partes do vítreo se separam da retina. Embora pareçam estar na frente do olho, na realidade, elas estão flutuando no vítreo, dentro do olho. Às vezes as moscas volantes não interferem na visão. Mas, quando entram na linha de visão elas bloqueiam a luz e lançam sombras na retina, a parte posterior do olho onde se forma a imagem. As moscas volantes ocorrem com maior freqüência após quarenta e cinco anos entre as pessoas que têm miopia, as que se submeteram à cirurgia de catarata ou ao tratamento YAG Laser e também entre as que sofreram inflamação dentro do olho. Moscas Volantes São Graves? As moscas volantes podem ter diversas causas, algumas graves e outras não. As moscas volantes que a pessoa vê por muitos anos com pouca ou nenhuma alteração, geralmente, não são graves. Mas, às vezes, ao soltar-se o vítreo rasga a retina em um ou mais pontos de maior aderência e alcança um vaso sangüíneo da retina causando sangramento. Quando isto ocorre, os coágulos de sangue e o material vítreo podem aparecer como novas moscas volantes. Neste caso, as moscas volantes são sintoma de um problema que pode tornar-se grave. Os rasgos necessitam atenção médica imediata, a fim de evitar que se transformem em descolamento de retina com risco de perda parcial ou total da visão.

Sem que o olho da pessoa seja examinado por um oftalmologista não é possível determinar se as moscas volantes são indícios de problemas graves. Por isto, mesmo que você tenha tido algumas moscas volantes anos a fio, qualquer aparecimento súbito de novas moscas volantes, ainda que seja apenas uma, deve ser objeto de um exame oftalmológico completo.

Qual o Tratamento para Moscas Volantes?

As moscas volantes podem atrapalhar a clareza da visão, o que pode ser muito irritante especialmente se você estiver lendo. Entretanto, se o oftalmologista diagnosticar que elas não estão associadas a um problema sério, como rasgos na retina, elas não necessitam tratamento. Com o passar do tempo elas frequentemente diminuem e tornam-se menos irritantes. Geralmente, girar os olho pode ser de alguma ajuda quando as moscas volantes aparecem diretamente na linha de visão. Olhar para cima e para baixo ou para frente e para trás também pode deslocar as moscas volantes para outra posição.

Nos casos em que as moscas volantes forem sintoma de rasgos na retina, o oftalmologista os selará com laser argônio ou por crioterapia, o mais rápido possível, a fim de evitar que eles dêem origem a um descolamento de retina que pode provocar a perda da visão. Esses tratamentos causam pouco desconforto e podem ser realizados no consultório do oftalmologista.

O Que São os Clarões de Luz?

Os clarões de luz podem ser vistos em conjunto com moscas volantes ou separadamente. Entretanto, ao contrário das moscas volantes, os clarões de luz são percebidos com maior freqüência à noite ou em um ambiente escuro.

Às vezes o vítreo que preenche o interior do olho fricciona ou repuxa a retina causando o que parecem ser clarões de luz, embora na realidade eles não estejam ocorrendo. É uma sensação idêntica a que ocorre, às vezes, quando a pessoa leva uma bolada na cabeça e "vê estrelas". Os clarões duram cerca de um segundo e geralmente ocorrem repetidas vezes. Os clarões podem aparecer e desaparecer por diversas semanas ou meses. Como as moscas volantes, os clarões que as pessoas vêem por muitos anos sem alterações, podem ser conseqüência do processo natural de envelhecimento não causando, geralmente, preocupação. O aparecimento de clarões pela primeira vez ou a ocorrência de novos clarões, subitamente, associados a um grande número de novas moscas volantes ou, ainda, ao escurecimento de uma parte do campo de visão podem ser sintoma de um problema grave e a pessoa deve marcar uma consulta imediatamente com o oftalmologista para que ele possa verificar se ocorreu um rasgo ou descolamento de retina.

Clarões e Enxaquecas

Os clarões às vezes ocorrem associados a enxaquecas e podem apresentar diferentes formas. As enxaquecas são dores de cabeça que podem ser causadas por espasmos de vasos sanguíneos no centro de informação visual do cérebro. As enxaquecas associadas a clarões distorcem a visão central por cerca de 10 a 20 minutos e aparecem como linhas recortadas em ambos os olhos, geralmente, seguidas de dor de cabeça latejante em um dos lados da cabeça. As enxaquecas acompanhadas por clarões devem receber tratamento médico adequado, pois, debilitam o organismo. Às vezes as linhas recortadas podem ocorrer sem enxaqueca subsequente e neste caso elas são chamadas de enxaqueca oftálmica ou de enxaqueca sem dor de cabeça.

O Melhor Remédio é a Prevenção

Embora muitas vezes não representem problemas sérios de visão, você deve se submeter a uma consulta oftalmológica completa todas as vezes que começar a ver novas moscas volantes ou clarões. O oftalmologista examinará cuidadosamente o vítreo e a retina a fim de verificar se esta última não sofreu nenhuma lesão. Como suas pupilas serão dilatadas com colírio durante a consulta, talvez seja preciso que alguém leve você de volta para casa ao sair do consultório.

A retina é uma fina camada de células nervosas que reveste a parte interna do olho. Ela é responsável pela formação da imagem, transformação da luz em sinais elétricos e, através do nervo óptico, pelo envio desses sinais ao cérebro que os converte em visão.

 

O vítreo é uma espécie de gelatina transparente que preenche o globo ocular, firmemente preso à retina. Em conseqüência do processo natural de envelhecimento, o vítreo pode contrair-se e soltar-se da retina sem que isto sempre cause danos à visão. Entretanto, muitas vezes ao soltar-se da retina o vítreo pode rasgá-la no(s) ponto(s) de maior aderência entre essas duas partes componentes do olho. Se isto ocorrer o vítreo pode passar através do(s) rasgo(s), localizar-se atrás da retina e fazer com que ela se descole da parede do globo ocular, caso o problema seja deixado sem tratamento.

 

Quando a retina se descola da parede do globo ocular, sua capacidade de processar a luz fica prejudicada e a visão perde a nitidez. Em casos de descolamento total a retina deixa de transmitir imagens ao cérebro e visão pode desaparecer. A doença geralmente ocorre após os 40 anos e apresentam maior possibilidade de desenvolvê-la as pessoas que possuem história de descolamento de retina na família, as que têm miopia ou glaucoma e as que se submeteram à cirurgia de catarata.

 

Os socos ou acidentes que resultem em ferimento, pancada ou batida forte no olho, na face ou na cabeça podem, também, provocar descolamento de retina. A doença pode ser, ainda, causada por tumores, inflamações graves ou complicações do diabetes. Em tais casos, geralmente, não ocorrem rasgos retinianos e o tratamento da moléstia causadora do descolamento faz com que a retina volte à sua posição normal, na maior parte dos casos.

 

Sintomas dos Rasgos e do Descolamento de Retina

 

Os rasgos na retina podem ocorrer sem que a pessoa perceba inicialmente seus sintomas. Em outros casos, o paciente pode perceber clarões ou pontos negros conhecidos por moscas volantes . Entretanto, esses sintomas não significam necessariamente a ocorrência de rasgos na retina podendo decorrer, por exemplo, da formação de pequenos "torrões" de vítreo. O vazamento de sangue no vítreo, quando ocorre rasgo na retina, pode causar perda da visão. Em casos de descolamento de retina a pessoa perceberá uma visão aguada ou ondulada e uma sombra ou cortina escura que fecha o campo de visão. Se o descolamento atingir a região central da retina, a mácula, a pessoa perceberá uma distorção ou redução da visão central. Em alguns poucos casos, o descolamento de retina pode ocorrer repentinamente provocando perda total de visão do olho atingido.

 

Diagnóstico


A pessoa deve consultar um oftalmologista o mais rapidamente possível caso ocorra um dos sintomas apresentados anteriormente. O oftalmologista realizará um exame completo da retina e de outras partes do olho utilizando os instrumentos chamados oftalmoscópio e lâmpada de fenda. Outros exames conhecidos por fotografia fundus, angiofluoresceinografia e imagem oftalmológica computadorizada podem ser utilizados para localizar pequenos vazamentos nos vasos sanguíneos e danos à retina que não foram detectados através do exame visual. Se a visibilidade no interior do olho estiver dificultada devido à catarata, o oftalmologista poderá usar o aparelho chamado ultra-som.


Tratamentos


Os rasgos na retina, desde que não tenha ocorrido descolamento, devem ser tratados a laser ou por crioterapia , o mais rápido possível, a fim de evitar que o problema venha a acontecer. Ambos os tratamentos criam uma espécie de cicatriz que sela o rasgo e solda a retina na parede do globo ocular impedindo que o vítreo se infiltre atrás da retina. Esses tratamentos causam pouco ou nenhum desconforto e podem ser realizados em regime ambulatorial.

A maioria dos descolamentos de retina pode ser tratada por uma das modernas técnicas cirúrgicas destinadas a pressionar a parede do globo ocular contra os rasgos da retina, mantendo os tecidos juntos até que a cicatrização sele os rasgos. A técnica escolhida pelo cirurgião, dependerá das características do problema e do dano ocorrido. Mas, qualquer que seja a técnica, o oftalmologista usará também o laser ou a crioterapia durante a cirurgia para selar o rasgo na retina. O procedimento é realizado em centro cirúrgico sob anestesia local ou geral, dependendo do caso. O período de internação varia de acordo com a determinação do cirurgião. Em alguns casos pode haver necessidade de drenagem do vítreo que se acumulou atrás da retina, antes da realização da cirurgia.

Na retinopexia pneumática , uma das técnicas cirúrgicas para corrigir o descolamento de retina, uma bolha de gás absorvível pelo organismo é injetada no interior do olho empurrando o rasgo da retina contra o globo ocular. Na técnica cirúrgica explante e faixa de silicone , uma fina faixa é colocada em volta da parte externa do globo ocular empurrando-o suavemente contra a retina.

Nos casos de descolamentos mais complexos, pode haver necessidade de uma vitrectomia. Nesse tipo de cirurgia, o vítreo é separado da retina e removido do globo ocular. Em seguida, se tiver ocorrido um encolhimento ou enrugamento grave da retina, ela é pressionada de volta contra a parede do globo ocular e, finalmente, a cavidade do globo ocular é cheia temporariamente com uma bolha de gás, até que o próprio organismo a substitua por um novo vítreo. Em alguns casos, a técnica cirúrgica faixa de silicone poderá ser utilizada em conjunto com uma vitrectomia.

Pós-cirúrgico e Riscos


Após as cirurgias de descolamento de retina e de vitrectomia, o paciente sentirá algum desconforto e deverá usar um curativo no olho operado, por alguns dias. O oftalmologista prescreverá os medicamentos necessários e informará ao paciente dentro de quanto tempo ele poderá retornar às atividades normais. Caso utilize a técnica retinopexia pneumática, o oftalmologista poderá recomendar que o paciente mantenha a cabeça numa determinada posição durante algum tempo e que se abstenha de viajar de avião ou para locais de atitude elevada, até que a bolha de gás seja absorvida pelo organismo. A visão pode levar meses para melhorar e, em alguns casos, se o descolamento for muito grave ou muito antigo pode não retornar completamente. Por isso é muito importante que você consulte um oftalmologista ao primeiro sinal de problema.

Como toda cirurgia, a de descolamento de retina apresenta riscos. Seu oftalmologista irá falar com você sobre eles. Por outro lado, o não tratamento do descolamento de retina, geralmente, resulta em perda definitiva da visão.

Ambliopia é a redução da visão em um dos olhos que não foi usado adequadamente nos primeiros estágios da infância. Estima-se que entre 2 e 3% da população sofra desta forma de dificuldade visual. Se não for tratado na fase inicial da infância, o olho amblíope poderá deixar de desenvolver boa visão e tornar-se mesmo funcionalmente cego.

A ambliopia, popularmente conhecida por olho preguiçoso, tem diversas causas. Ela resulta, com maior freqüência, tanto do desalinhamento dos olhos da criança (estrabismo) quanto da diferença da qualidade de imagem entre os dois olhos (um focaliza melhor que o outro). Em ambos os casos, um olho se torna mais forte, suprimindo a imagem do outro olho. Se esta condição persistir sem tratamento, o olho mais fraco pode tornar-se sem uso. Entretanto, com o diagnóstico e tratamento precoces a visão do olho preguiçoso pode ser restaurada. Quanto mais precoce o tratamento, maior a possibilidade de reverter a perda de visão.

Qual é o tratamento disponível?

Para tratar a ambliopia, é preciso tratar a sua causa, seja os olhos desalinhados (estrabismo) ou a má focalização de um dos olhos. Os principais tratamentos disponíveis são:

Óculos - geralmente, são prescritos para melhorar a focalização ou desalinhamento dos olhos;

Cirugia - pode ser executada nos músculos dos olhos para endireitá-los se os tratamentos não cirúrgicos não forem bem sucedidos. A cirurgia pode ajudar no tratamento da ambliopia possibilitando que os olhos trabalhem melhor juntos. Às vezes pode haver necessidade de repetição da cirurgia;

Exercício dos olhos (Ortóptica) - Uma forma limitada de tratamento, a ortóptica pode ser recomendada tanto antes quanto depois da cirurgia para corrigir hábitos visuais incorretos, como o estrabismo, e para ensinar o uso confortável dos olhos.

Além de corrigir a causa da ambliopia, é necessário fortalecer a visão do olho fraco. Isto pode ser feito por:

Colocação de venda sobre o olho - a venda sobre um dos olhos pode ser necessária, por um período de tempo que varia de algumas semanas a 1 ano, forçando o olho preguiçoso a trabalhar de modo a fortalecer sua visão. São necessárias algumas visitas ao especialista (oftalmologista e/ou ortoptista) para medição da melhora do olho amblíope. As maiores melhoras são obtidas quando a colocação de venda começa antes da criança ter 3 anos de idade. Este tratamento pode ser recomendado, entretanto, a qualquer tempo, especialmente antes dos 6 anos de idade;

Medicamentos - sob a forma de colírio ou ungüentos, os medicamentos podem ser usados para embaçar a visão do olho bom a fim de fazer o olho mais fraco a trabalhar. Geralmente, esta é uma abordagem menos bem sucedida.

Porque o tratamento imediato é importante?

Os anos pré-escolares são fundamentais no desenvolvimento da visão da criança. Por ocasião dos 5 ou 6 anos, geralmente, a visão está no nível normal do adulto. Sem tratamento da ampliopia, o olho não usado poderá sofrer redução permanente da visão. Com o diagnóstico e tratamento precoces, antes dos 3 anos de idade, a possibilidade de recuperação da visão é excelente, aproximadamente, 95%. Após os 6 anos de idade, entretanto, a visão não pode ser totalmente corrigida. Na idade de 9 ou 10 anos, as chances de correção da ambliopia são consideradas baixas, embora algumas crianças na faixa dos 10 tenham alcançado alguma reversão da perda de visão.

O tratamento adequado associado à participação dos pais que entendem o problema e mostram paciência com a criança, geralmente, resulta em sucesso na restauração da visão.

 

Quais são os sinais e sintomas?

É importante os pais procurarem por sinais de possível problema nos olhos incluindo: inclinação da cabeça; visão vaga em um dos olhos quando a criança estiver cansada, doente ou sob luz intensa; qualquer tendência de fechar um olho principalmente à luz do sol; coçar os olhos; piscamento em excesso; segurar objetos muito perto dos olhos ou favorecimento de um dos olhos. Se os pais notarem tal comportamento, a criança deve ser levada ao oftalmologista.

Os problemas da visão não são incomuns entre as crianças pequenas. Na realidade, os programas de verificação da visão na escola mostram que uma criança em cada 20, entre as idades de 3 e 5 anos, tem algum problema ocular. A consulta oftalmológica da criança, inclusive as que não apresentam sinal aparente de problema, é recomendada logo após o nascimento, aos seis meses de idade, antes da criança entrar no jardim da infância (4 a 5 anos) e periodicamente durante os anos escolares. Os Exames da acuidade visual na escola são muito importantes mas não substituem uma consulta oftalmológica.

Pelo menos uma vez na vida quase todo mundo contrai blefarite, uma espécie de inflamação das pálpebras. Algumas pessoas contraem blefarite mais de uma vez. Mas, felizmente a doença pode ser tratada facilmente.

Tipos de Blefatire

Blefarite Estafilocócica - é causada por uma bactéria chamada estafilococus. Começa na infância e continua na fase adulta. Caracteriza-se pela formação de escamas nas pestanas, crostas e vermelhidão crônica nas bordas das pálpebras. Também, podem ocorrer dilatação dos vasos sanguíneos, perda de pestanas, tersóis e calázios (nódulos nas pálpebras).

Blefarite Seborreica - é o tipo mais comum e menos grave. É causada pelo mal funcionamento das glândulas sebáceas dando origem a acumulação de escamas oleosas nas bordas das pálpebras. A seborréia pode ser parte de um problema dermatológico que afeta outras áreas da pele. Pode ser de origem hormonal, nutricional, condições físicas ou nervosa.

 

Blefarite Ulcerativa - é a menos comum, porém a mais grave forma de blefarite. É caracterizada por crostas duras e opacas em volta das pestanas, as quais, ao serem removidas, deixam pequenas feridas que podem sangrar. Podem, também, causar distorção das bordas frontais das pálpebras e lacrimejamento crônico. Em alguns casos, a córnea pode ficar, também, inflamada.

Sintomas

Os principais sintomas da blefarite são:

  • coceira, queimação e lacrimejamento olhos
  • doloridos descargas (remela) que colam as
  • pálpebras vermelhidão nas bordas das
  • pálpebras formação de tersóis pequenas
  • pústulas nas bordas das pálpebras escamas
  • nas margens das pálpebras sensação de
  • areia nos olhos e sensibilidade à luz
  • visão embaçada

Causas da Blefarite

  • má higiene das pálpebras
  • excesso de óleo produzido pelas glândulas das pálpebras
  • infecção bacteriana
  • reações alérgicas
 
Tratamento da Blefarite
 

O oftalmologista executará um exame completo dos seus olhos para determinar o tratamento adequado. Além de eliminar a vermelhidão e dor nos olhos, o tratamento pode prevenir potencial infecção e cicatrizes na córnea.

 

Limpeza


Geralmente, a blefarite pode ser controlada com uma limpeza diárias das pálpebras. Você pode fazer isto utilizando um pedaço de gaze umidecida com água tão quente quanto você possa suportar sem se queimar. Mantenha a gaze contras as pálpebras até que ela esfrie, reaqueça-a e repita a operação por cerca de 5 minutos.

 

Após enxaguar, esfregue gentilmente cada pálpebra por um minuto com um pedaço da gaze limpa enrolada no dedo indicador e umidecida com água morna. Aplicadores tipo cottonetes também são úteis para remoção de material acumulado nas pálpebras.

 

Para remover material excessivo das pálpebras, use algumas gotas de shampoo não irritante, como shampoo para crianças, misturado com água morna. Tomando cuidado para não deixar cair shampoo nos olhos esfregue as pestanas e, em seguida, enxágüe. Depois que a vermelhidão e a irritação tiverem sob controle, passe a fazer esta limpeza duas vezes por semana. Retorne à limpeza diária caso os sintomas reapareçam.

 

Medicação


Em alguns casos o oftalmologista poderá prescrever colírios ou pomadas para uso conjunto com a limpeza. Para aplicação da pomada nas pálpebras use a ponta do dedo convenientemente limpa, seguindo cuidadosamente a dosagem recomendada. Excesso de medicação poderá causar queimadura temporária dos olhos. O oftalmologista poderá, ainda, prescrever medicamento via oral para tratamento de alguns tipos de blefarite. Embora sejam seguros, tais medicamentos podem provocar efeitos colaterais como leve náusea e sensibilidade ao sol em algumas pessoas. Qualquer que seja o medicamento prescrito pelo oftalmologista, a limpeza permanente das pálpebras é essencial para o controle da blefarite.

 

Entre em contato com o oftalmologista imediatamente caso você perceba que os medicamentos estejam lhe causando alergia ou outra reação.

Ceratocone é uma condição incomum, na qual a córnea se torna fina e protuberante. Ceratocone significa uma córnea em forma de cone. Essa forma, anormal, pode causar séria distorção da visão.
Embaçamento e distorção da visão são sintomas iniciais do ceratocone. Os sintomas geralmente surgem na pós-adolescência ou até os 25 anos de idade. A doença, então, evoluirá por um período de 10 até 20 anos e então irá parar. Nos estágios iniciais, a visão pode ser levemente afetada, causando ofuscamento, fotofobia e irritações. Cada olho pode ser afetado diferentemente. Com a evolução da doença, e conseqüentemente deformação da córnea com o aparecimento de cicatrizes, a visão se forma distorcida. Um abrupto declínio na visão pode ocorrer se a córnea inchar.
Casos leves são tratados com sucesso pelo uso de óculos ou de lentes de contato especialmente desenhadas. Os casos mais graves necessitam transplante de córnea.

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a membrana fina, transparente e dotada de pequenos vasos sanguíneos que reveste a parte interna da pálpebra e a parte branca do olho. A conjuntiva lubrifica e protege o olho a medida que ele se move na cavidade ocular.

 

Existem diversos tipos de conjuntivite. A mais comum é a chamada conjuntivite bacteriana altamente contagiosa e facilmente transmissível a toda a família quando a pessoa esfrega o olho e infecta itens como toalhas e lenços.

 

Os principais sintomas da conjuntivite bacteriana são os olhos vermelhos e lacrimejantes, as pálpebras inflamadas, a visão embaçada, a sensação de areia ou de arranhão nos olhos, descarga amarelada (remela) em volta dos olhos e os olhos colados.

 

Como Prevenir a Conjuntivite

 

As crianças freqüentemente contraem conjuntivite por não serem capazes de lavar o rosto e os olhos adequadamente. Se você suspeita que contraiu conjuntivite ou que alguém de sua família a contraiu marque uma consulta com o oftalmologista imediatamente. O olftalmologista diagnosticará a doença facilmente. Senão for tratada, a conjuntivite pode evoluir para complicações como infecções na córnea, pálpebras e canais lacrimais. Se você contraiu conjuntivite bacteriana siga as seguintes instruções para evitar a disseminação da infecção:

 

•  todas as vezes que você tocar no rosto ou nos olhos, inclusive ao colocar medicamento nos olhos, lave as mãos cuidadosamente;

•  lave os tecidos que tocaram os olhos infectados, inclusive roupas, toalhas e fronhas;

•  não partilhe maquiagem. Descarte a maquiagem usada e compre uma nova para evitar o risco de reinfecção;

•  não toque no olho infectado, pois a doença irá contaminar o outro olho.

 

Tratamento da Conjuntivite

 

Normalmente, em poucos dias a infecção cederá mediante o uso de colírio antibiótico prescrito pelo oftalmologista. As vezes a inflamação não responde bem ao tratamento e há necessidade de uma segunda visita ao oftalmologista.

 

As informações e recomendações contidas nesta página têm propósito apenas informativo e não devem ser consideradas como base para diagnóstico, tratamento ou outra aplicação clínica. Para informações específicas e tratamento relativos a este problema consulte seu oftalmologista.

O estrabismo não é apenas um problema estético, é basicamente funcional. Se uma criança desvia apenas um dos olhos, este olho pode desenvolver uma deficiência visual que, quando não tratada precocemente, pode se tornar irreversível.
O tratamento consiste na oclusão, correção do defeito óptico (óculos), exercícios ortópticos e cirurgia.

A presbiopia é o problema visual no qual o cristalino perda sua flexibilidade, tornando difícil a focalização de objetos próximos. Na infância e na juventude, o cristalino tem a capacidade de focalizar tanto os objetos próximos quanto os distantes, tornando-se mais espesso para focalizar os objetos mais próximo e mais fino para os mais distantes. Esta capacidade é tecnicamente chamada acomodação.

A hipermetropia ocorre quando o cristalino perde tal capacidade, após os 40 anos, causando fadiga ocular e dor de cabeça na execução de trabalhos próximos.

Causa da Presbiopia

Com a idade, o cristalino perde parte de sua elasticidade e, em conseqüência, sua capacidade de perder o foco para diferentes distâncias. A perda da flexibilidade do cristalino ocorre ao longo do tempo. Muito antes da pessoa perceber que a visão para perto está se tornando mais difícil, o cristalino começa a perder a capacidade de afinar ou tornar-se mais espesso. O problema só é notado quando a perda da elasticidade causa prejuízo à visão, no início dos quarenta anos de idade.

Diagnóstico

Uma consulta oftalmológica completa inclui um teste para presbiopia através do qual o oftalmologista faz uma avaliação refrativa para verificar se os raios de luz focalizem exatamente na retina tanto à distância quanto próximos. O oftalmologista realizará, também, um teste de acuidade visual para determinar a capacidade do paciente para enxergar com nitidez tanto próximo quanto à distância, bem como a coordenação e controle dos músculos e capacidade do paciente para mudar o foco.

Tratamento da Presbiopia

A maioria das pessoas usa óculos ou lentes de contato para compensar a presbiopia. Entretanto, há diversos tratamentos que podem reduzir o eliminar cirurgicamente os efeitos da presbiopia. Alguns pacientes preferem a monovisão, a qual os permite ver nitidamente com um dos olhos e para perto com o outro. Outros pacientes preferem o tratamento denominado correção cirúrgica da presbiopia.

Quando os óculos comuns ou as lentes de contato não são capazes de dar à visão a nitidez normal, a pessoa com esta deficiência visual tem visão subnormal. Entretanto, a visão subnormal não deve ser confundida com a cegueira pois, a pessoa retem uma parte da visão que, geralmente, pode ser melhorada.

 

A visão subnormal, juntamente com as doenças do coração e artrite, é um dos principais problemas de saúde entre as pessoas acima dos 65 anos de idade. Mas, embora a redução da visão seja mais comum entre os idosos, pessoas de todas as idades, inclusive crianças, podem ter visão subnormal.

 

O que Causa a Visão Subnormal?

 

A visão subnormal pode ser conseqüência de diversas doenças que afetam o olho e o sistema visual, dentre os quais, problemas de nascença, ferimento, certas doenças e envelhecimento. A visão subnormal pode ser causada por problemas na retina, o tecido que se focaliza na parte posterior do olho, pela catarata, pelo glaucoma ou por danos no nervo óptico que conduz a imagem ao cérebro.

Os principais problemas visuais que causam visão subnormal são:

degeneração macular: danos na parte central da retina, chamada mácula, causam dificuldade na execução de trabalhos de perto;

retinopatia diabética: em decorrência de complicação do diabetes os vasos sanguíneos da parte posterior do olho podem sofrer hemorragia ou inchaço, causando cicatrizes na retina com perda da visão;

 

glaucoma: o aumento da pressão no interior do olho danifica o nervo óptico causando perda progressiva da visão periférica.

 

catarata: o embaçamento do cristalino causa visão embaçada, desfocada e baixo contraste. A remoção cirúrgica do cristalino e sua substituição por lente de material acrílico pode melhorar a visão;

 

cicatrizes na córnea: ferimento ou infecção na córnea pode causar desfoque ou embaçamento da visão.

O pterígio e o pinguéculo são crescimentos anormais na superfície do olho, mas não são uma forma de câncer. Enquanto o pinguéculo não interfere na visão, o pterígio pode crescer o bastante de modo a causar problemas na visão.

O que é o pterígio?

O pterígio é um crescimento fleshy em formato de cunha que ocorre na córnea. Este crescimento elevado de tecido elástico e conetivo geralmente se inicia no canto interno do olho e se extende em direção à região central. O pterígio é o resultado de um processo anormal no qual a conjuntiva cresce sobre a córnea.

A conjuntiva é uma fina membrana mucosa transparente a qual forra a parte interna das pálpebras e cobre a esclera, a parte branca do olho. A córnea é a parte transparente do olho a qual permite a luz entrar no olho. Como a córnea é transparente, o que se vê ao olhá-la é a íris (parte colorida do olho) e a pupila. A conjuntiva se extende da margem interna da pálpebra, passa pela esclera e vai até à borda da córnea.

O que causa o pterígeo?


A causa exata do pterígio não é completamente conhecida. Entretanto, a exposição prolongada aos raios ultravioletas do sol e a irritação crônica ocasionada pelo clima seco e quente parecem contribuir para o seu desenvolvimento. O pterígio desenvolve-se com maior freqüência em pessoas que passam muito tempo em ambientes externos expostos ao sol, vento e poeira. O pterígio apresenta probabilidade de ocorrência três vezes maior nos homens do que nas mulheres.

 

Quais são os sintomas do pterígeo?


Geralmente, os sintomas não são graves, mas podem incluir visão borrada e irritação do olho. As pessoas freqüentemente reclamam de coceira, queimação e sensação de arranhão. Durante os períodos de crescimento, o pterígio torna-se inchado e avermelhado. O pterígio tende a evoluir vagarosamente e, em muitos casos, pode estabilizar-se sem causar problemas. Entretanto, se ele crescer em direção ao centro da córnea a visão pode ficar comprometida.

 

Como o pterígio é tratado?


Se o pterígio não apresentar sintomas perceptíveis, não há necessidade de tratamento. Se o pterígio tornar-se avermelhado e irritado, o oftalmologista poderá prescrever colírios e pomadas para reduzir a inflamação e aliviar a secura. O pterígio pode ser removido cirurgicamente se visão ficar ameaçada ou por razões estéticas. Entretanto, o pterígio apresenta uma certa tendência para retornar, principalmente, entre os mais jovens. Os sintomas de secura e irritação podem persistir após a remoção. Radiação da superfície e medicamentos ajudam a prevenir a recorrência.



O que é pinguéculo?


O pinguéculo é um espessamento da conjuntiva em qualquer um dos lados do olho. O pinguéculo pode apresentar-se como uma protuberância branca ou amarelada composta de gordura ou tecido degenerativo. Ao contrário do pterígio, o pinguéculo nunca cresce em direção à córnea e é separado dela por um tecido normal.

 

O que causa o pinguéculo?


De maneira semelhante ao pterígio, o pinguéculo é geralmente causado pela secura e exposição ao ambiente externo. O pinguéculo ocorre com maior freqüência em climas quentes, poeirentos e secos. As pessoas que trabalham ou passam muito tempo ao ar livre são mais sujeitas a esta condição.

 

Quais são os sintomas do pinguéculo?


O pinguéculo não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Entretanto, em alguns casos pode ocorrer queimação e ardência. De vez em quando o pinguéculo pode tornar-se avermelhado e irritado pela fumaça, poeira ou vento. Embora a aparência não seja agradável, o pinguéculo não prejudica a visão.

 

Como o pinguéculo é tratado?


Na maioria dos casos, o pinguéculo não apresenta necessidade de tratamento. Se ocorrer inflamação, o oftalmologista poderá prescrever colírio para clarear a vermelhidão e reduzir a irritação. Embora a cirurgia seja raramente necessária, o pinguéculo pode ser removido por razões estéticas. Entretanto, como o pterígio, o pinguéculo pode retornar após sua remoção.

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